Exportações de carne suína crescem 8% em agosto e alcançam 131,1 mil toneladas
A receita dos embarques alcançou US$ 289,898 milhões, resultado 1,7% inferior aos US$ 294,931 milhões obtidos em agosto do ano passado.
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A receita dos embarques alcançou US$ 289,898 milhões, resultado 1,7% inferior aos US$ 294,931 milhões obtidos em agosto do ano passado.
O aumento refletiu os preços mais altos das carnes de aves, suína e ovina, parcialmente compensados por cotações mais baixas da carne bovina.
A maior produção local e o maior volume de importações no ano passado apontam para uma redução das importações de carne suína em 2026.
O comércio global de carne suína deixou de ser impulsionado principalmente pela China e passou a apresentar um mercado mais fragmentado e distribuído regionalmente.
Mais recentemente, as desvalorizações foram intensificadas pela enfraquecida demanda pela carne suína na ponta final do mercado, o que reduziu as compras de lotes de animais por parte da indústria.
Cepea aponta que a oferta de carne suína deve ganhar força no terceiro trimestre de 2026, em meio à preparação do setor para a demanda de fim de ano.
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Rabobank espera que o abate de suínos nos Estados Unidos se recupere gradualmente, mas permaneça abaixo dos níveis de 2025 durante o segundo semestre de 2026.
A nova Plataforma Interamericana de Intercâmbio de Conhecimentos busca conectar governos, centros de pesquisa e o setor privado da região.
A inclusão do alimento na merenda escolar pode contribuir para a oferta de refeições mais diversificadas e nutricionalmente adequadas aos alunos.
Custos de produção de frango de corte e suínos registram alta em julho. Veja os dados detalhados por estado no levantamento da Embrapa Suínos e Aves.
Embarques geraram US$ 298,3 milhões no mês; no acumulado do ano, volume avançou 9,1% e receita cresceu 5,8%
A produção de carne suína cresceu 3,3% no primeiro semestre do ano, enquanto o plantel suíno permaneceu estável.
Segundo pesquisadores do Cepea, a procura pela carne suína fica tipicamente enfraquecida na segunda metade do mês, devido ao menor poder de compra da população, o que, consequentemente, reduz a demanda pelo animal vivo.
O Brasil foi o principal fornecedor de carne suína para as Filipinas durante o período.
Em julho, a carne suína ganhou competitividade frente ao frango, mas perdeu espaço para a carne bovina, segundo análise do Cepea.
Prevê-se que a produção e o consumo de carne suína na UE permaneçam estáveis, enquanto as exportações manterão sua resiliência graças à queda dos preços.
Exportações de carne suína devem crescer até 5,9%; primeiras projeções indicam nova expansão em 2027.
A expectativa é que a Câmara Técnica se torne um fórum estratégico para acompanhar as principais demandas da cadeia produtiva.
Exportação de suínos vivos e carne suína ganha destaque.
A produção mundial de carne suína deverá desacelerar no segundo semestre do ano, enquanto os preços provavelmente permanecerão baixos no curto prazo, segundo o Rabobank.
Os dados refletem o cenário adverso que o mercado independente vem enfrentando.
A suinocultura da África do Sul está em processo de recuperação após a desaceleração dos surtos de Peste Suína Africana (PSA) e Febre Aftosa (FA), permitindo que os produtores iniciem a recomposição de seus plantéis.
Demanda global por farelo de soja fortalece preços no Brasil e nos EUA, impulsiona as exportações e sustenta as cotações da soja em grão, segundo análise do Cepea.
A China importou 390 mil toneladas de carne suína no primeiro semestre de 2026, enquanto as importações de miúdos caíram apenas 4,8% em relação ao ano anterior.