Ficha Técnica: Centeio
Ficha técnica com valor nutricional (comparação de tabelas) e estudos mais recentes sobre o centeio.
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Ficha técnica com valor nutricional (comparação de tabelas) e estudos mais recentes sobre o centeio.
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Princípios básicos dos aminoácidos e o conceito de proteína ideal na alimentação dos suínos.
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Ficha técnica com o valor nutricional (quadro comparativo) e os estudos mais recentes sobre os grãos secos de destilação de milho com solúveis (DDGS).
Esta primeira ficha informativa sobre os ácidos orgânicos descreve a estrutura química, os mecanismos de ação e os principais benefícios da sua utilização na alimentação dos suínos.
Esta ficha informativa apresenta uma breve compilação de estudos científicos que avaliaram o efeito do ácido fórmico, do ácido lático e do ácido propiónico na saúde gastrointestinal e no desempenho produtivo dos suínos em diferentes fases de produção.
O fósforo é um mineral essencial para a mineralização óssea, o metabolismo energético e a síntese de ácidos nucleicos. Por isso, o uso de estratégias para maximizar o aproveitamento do fósforo presente em cereais e leguminosas utilizados na nutrição suína é de grande interesse, assim como o uso de fitases. Esta ficha técnica descreve a estrutura, os tipos, o mecanismo de acção e a aplicação das fitases.
Como se expressa a quantidade de vitaminas? Como se estimam as necessidades vitamínicas e as margens de segurança nos suínos? A estabilidade da atividade vitamínica pode ficar comprometida?
As vitaminas são indispensáveis para um crescimento adequado, mas também para garantir o funcionamento do sistema nervoso, do sistema imunitário, do sistema reprodutor, do desenvolvimento ósseo e da reparação celular. Não fornecem energia e cada vitamina desempenha funções especiais que nenhuma das outras vitaminas pode exercer.
O triptófano (Trp) é um aminoácido essencial que os suínos devem obter através da alimentação. Participa na síntese de proteínas e na produção de serotonina, que regula o apetite. Contribui ainda para a formação de niacina (vitamina B3) e tem efeitos antioxidantes, promovendo a saúde intestinal e a microbiota intestinal. Além disso, auxilia na manutenção da integridade da mucosa e regula o sistema imunitário.
Para além do seu papel na síntese proteica, o triptofano contribui para a produção de serotonina, uma molécula que influencia a regulação do apetite, a produção de niacina e a regulação do sistema imunitário.
Os AGCC e os AGCM desempenham um papel fundamental na saúde intestinal dos suínos. Além de fornecerem energia prontamente disponível, ajudam a modular a microbiota intestinal, a reduzir os agentes patogénicos e a melhorar a digestibilidade e a absorção de nutrientes, especialmente nos leitões durante o período pós-desmame.
Os AGCM podem contribuir para o aumento do crescimento inicial nos leitões após o desmame, graças à sua elevada disponibilidade energética, atividade bactericida e capacidade de sustentar o metabolismo em animais imaturos.
Historicamente, o foco nos leitões desmamados tem sido a prevenção e o controlo da diarreia pós-desmame. No entanto, os processos fisiológicos que ocorrem nos primeiros dias após o desmame são ainda pouco compreendidos, apesar de serem essenciais para a saúde intestinal. Pesquisas recentes sugerem que a alimentação imediatamente após o desmame desempenha um papel crucial no desenvolvimento e crescimento subsequente do animal.