Variante altamente patogénica do vPRRS, a 1-4-4 L1C: aparecimento, origem e implicações para a produção suína mundial
Esta estirpe de vPRRS está a afectar os EUA. Compreender de onde vêm estes vírus pode ajudar-nos a parar a sua circulação.
Esta estirpe de vPRRS está a afectar os EUA. Compreender de onde vêm estes vírus pode ajudar-nos a parar a sua circulação.
Com mais explorações infectadas com estirpes altamente virulentas de PRRS, o que podemos fazer para prevenir e controlar a infecção? Em que se diferencia a estirpe 1-4-4 L1C?
Aplicações práticas e ensinamentos retirados de estudos de campo recentes sobre estratégias de resposta para a gestão do PRRSV em explorações de reprodução.
Neste artigo, centraremos a discussão nas aplicações práticas dos novos sistemas de monitorização do PRRSv.
Após um surto de PRRS, as explorações que trabalham em bandas recuperaram mais cedo, apresentaram um tempo mais curto para a estabilidade e menores perdas totais de leitões do que as explorações que trabalham em bandas semanais.
A mutação e a evolução genética do vPRRS podem ocorrer em todos os genes. Ao contrário da ORF5, que representa apenas cerca de 4% do genoma do vPRRS, o NGS pode recuperar todo o genoma do vPRRS para utilização em investigação epidemiológica.
As medidas de controlo da PRRS também reduzem as oportunidades de diferentes vírus no campo se recombinarem e gerarem estirpes mais agressivas.